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Religião › 11/02/2018

5 anos depois da renúncia profética

Giulio Napolitano I Shutterstock

11 de fevereiro de 2013: o dia que ninguém esperava completa já 5 anos

Foi como “um raio em pleno céu azul“, segundo a descrição de cardeais ecoada pela mídia italiana e mundial naquela manhã de 11 de fevereiro de 2013. Às vésperas do 5º aniversário daquela data histórica e confirmando que o papado de Francisco deve muito à renúncia profética de Bento XVI, revisitamos hoje o texto com que Jesús Colina, vice-presidente executivo e diretor editorial de Aleteia, compartilhou as suas reflexões sobre os primeiros doze meses desde aquele dia que ninguém tinha esperado. Essas reflexões, escritas em fevereiro de 2014, continuam válidas até hoje.

* * *

No início de fevereiro do ano passado, ninguém podia imaginar. As notícias sobre o Papa se concentravam no Vatileaks, um episódio que fez Bento XVI “sofrer injustamente e, com ele, muitas pessoas também”, conforme explicou, alguns dias atrás, o cardeal Pietro Parolin.

Doze meses depois, o Papa Francisco foi eleito o personagem do ano pela revista Time e o Facebook reconheceu que ele foi o trending topic do ano. Mesmo na Rússia, o nível de consenso sobre este Papa supera 71%, algo sem precedentes na história.

Mas como isso foi possível? A resposta está na renúncia profética de Bento XVI.

Aqui vão 3 lições que o Papa Emérito deixa para a Igreja:

1ª lição: uma Igreja humilde

A mansidão do gesto de renúncia de Bento XVI mostrou como a credibilidade da Igreja não procede do poder ou da influência política ou econômica. A credibilidade da Igreja depende da sua adesão à verdade. E, como dizia Santa Teresa de Jesus, a humildade é a verdade. O mundo se rendeu ao gesto de humildade baseado na verdade.

2ª lição: uma Igreja que arrisca

Em segundo lugar, Bento XVI mostrou de maneira evidente o que foi dito também pelo Papa Francisco: “Prefiro mil vezes uma Igreja acidentada a uma Igreja fechada e doente”. O primeiro gesto de renúncia de um Papa na era moderna esteve cheio de questionamentos e perigos. Se fosse submetido a uma consulta de cardeais, certamente a maioria teria desaconselhado. Os fatos demonstram, um ano depois, a grandeza dessa frase de Francisco, que Bento XVI viveu na própria pele.

3ª lição: uma Igreja com fé

Se alguém tivesse pré-anunciado no início do ano passado o que estava por vir, teria sido considerado louco. Com a sua renúncia, Bento XVI mostrou que quem governa a Barca de Pedro não é um homem com nome e sobrenome. Quando a Igreja vive a fé até o fim, experimenta uma força regeneradora inusitada: é a força de Jesus de Nazaré, Deus feito homem para aquele que crê.

Por Aleteia

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